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O nosso querido Sir Brian May, em colaboração com a Gibson, lançou uma guitarra acústica exclusiva de 12 cordas, a Brian May SJ-200 12-String.


Este instrumento singular foi concebido em estreita parceria com Sir Brian May e destaca-se por várias características únicas. Entre elas, a disposição inversa das cordas oitavadas, permitindo que as notas mais agudas se destaquem durante a execução. Além disso, o design do pickguard é inspirado no sistema solar, refletindo a paixão de Brian pela astronomia. A guitarra apresenta ainda um tampo em spruce Sitka AAA com acabamento Vintage Sunburst e um braço de duas peças em maple com detalhes em nogueira. Esta edição é limitada a apenas 100 unidades em todo o mundo, tornando-a uma peça verdadeiramente especial para colecionadores e entusiastas.

Brian May

O lançamento oficial ocorreu no Gibson Garage London, onde Sir Brian May surpreendeu os presentes com uma atuação intimista, interpretando temas como Love Of My Life e uma versão de So Sad (To Watch Good Love Go Bad) dos The Everly Brothers. O evento contou também com a participação da cantora e compositora Arielle, que se juntou a Brian em duetos memoráveis. Durante uma entrevista conduzida por Leona Graham, Brian expressou o seu entusiasmo pelo projeto, afirmando: "É um sonho tornado realidade... A Gibson fez um trabalho magnífico".


Para todos os que desejavam adquirir esta obra-prima, a Brian May SJ-200 12-String esgotou rapidamente, refletindo o enorme interesse pelo instrumento. Esta edição limitada de 100 unidades torna-se agora uma raridade cobiçada, combinando a mestria musical de Brian May com a excelência artesanal da Gibson.



Brian May

"Os meandros da mente de Freddie eram, por vezes, obscuros..." - Brian May


O nosso querido Brian May falou exclusivamente à MOJO sobre o regresso ao álbum de estreia da banda, as letras "intensamente religiosas" de Freddie Mercury, o seu reservado colega John Deacon e muito mais.


Lançado em 1973, o álbum de estreia dos Queen apresentou um vislumbre extremamente promissor, embora um pouco desigual, daqueles que se tornariam superestrelas globais. Repleto de ideias e ambição, em Queen I, Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon ainda não tinham aprendido a moderar a sua virtuosidade em prol da composição de músicas que viriam a definir o padrão de excelência.


Este mês, o álbum será relançado numa edição luxuosa, recuperando pérolas sonoras anteriormente soterradas, restaurando a ordem das faixas pretendida originalmente e trazendo uma série de demos e gravações ao vivo. Ler aqui a crítica da MOJO sobre o novo conjunto de seis discos.


Em vésperas deste lançamento, o guitarrista e guardião do legado dos Queen, Brian May, reflete sobre os primeiros dias da banda, revisitando o álbum de estreia 50 anos depois e sobre a importância de fazer justiça à sua música. "Sempre fomos rapazes que se destacaram desde cedo...", conta Bri a James McNair da MOJO.


Ler aqui a entrevista completa.


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A caixa Queen I de 6 CDs + 1 LP contém 63 faixas, com 43 misturas completamente novas, incluindo o álbum original com a sua sequência de faixas restaurada, gravações íntimas dos Queen no estúdio, demos, faixas raras ao vivo e gravações inéditas da primeira atuação ao vivo dos Queen em Londres, em agosto de 1970. Ausente na edição de 1973, a canção Mad the Swine foi reintegrada na sua posição original na sequência de faixas. A edição inclui também um livro de 108 páginas, contendo letras manuscritas e memorabilia.




  • 19 de jul. de 2024


Brian May

Há exatamente 77 anos, nascia em Londres um rapazinho muito especial, que (para nossa sorte) seria educado numa casa onde a música era presença assídua, muito por culpa do seu Pai que teria em casa um piano e um ukulele. Harold May, o Pai do nosso querido Brian sempre apoiou o interesse pela música do seu filho, chegado até a construir com ele uma guitarra que se tornaria completamente icónica – a incomparável Red Special.


Felizmente, este rapaz brilhante cruzaria caminhos, primeiro com Roger Taylor, e depois com Freddie Mercury e John Deacon, formando assim o quarteto mais importante de todos os tempos. Mas o seu papel nos Queen vai muito para além das suas guitarradas inconfundíveis, sendo Brian também responsável pela composição de muitos dos êxitos da banda britânica, mas também, em conjunto com Roger, o maior responsável pela manutenção do legado da nossa banda favorita. E nada demostra melhor isto do que vermos Brian, perto da sua oitava década de vida, não só a subir ao palco para tocar e cantar os seus maiores êxitos, mas também continuando sempre envolvido em todos os assuntos relacionados com a banda que ajudou a formar há mais de 50 anos... Exemplo bem recente disto é o acordo estratosférico praticamente assinado com a SONY este ano.

Brian May

Mesmo com todo este trabalho em mãos, Brian ainda teve tempo para três lançamentos a solo e milhares de colaborações com artistas dos mais variados estilos, que têm como ídolo o nosso querido guitarrista. Teve também tempo para perseguir as suas outras paixões, por um lado, a defesa da causa animal e, por outro, a paixão pela astrofísica que o acompanha desde tenra idade.


Desejamos ao nosso querido Brian May, que é já SIR Brian May – Cavaleiro da Ordem do Império Britânico – mais um ano recheado de alegria em que possa continuar a fazer tudo o que o apaixona e enche o coração.


PARABÉNS BRIAN!

HAPPY BIRTHDAY BRIAN!

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SOBRE NÓS:

O Homem, por si só, não consegue viver isolado. Os seres humanos precisam de comunicar, expressar… precisam que a sociedade lhes garanta uma estrutura onde ele se revejam. As comunidades são importantes porque acolhem, protegem e permitem a partilha. São micronações reguladas de forma endógena pelo interesse no bem comum e o Queen Portugal é tudo isto sendo que o nosso bem comum são a melhor banda de rock de todos os tempos: os Queen.

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